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Você sabe o que é Yoga?

É uma arte milenar, mas somente agora, o ocidente começou a perceber que não é uma prática de deslumbrados, mas sim, uma ciência altamente avançada, que os cientistas estão descobrindo. Fonte de inspiração e conhecimento dos filósofos gregos, da Teosofia, Rosa Cruz e outros muitos. A física quântica é a afirmação dos conhecimentos antigos dos yogues.

Indicado pela medicina, para problemas físicos e psíquicos, com resultados de cura incríveis. Os conceitos de respiração e das práticas corporais do Yoga que curam distúrbios de ordem física e psíquica são utilizados na fonoaudiologia, canto, psicologia, antiginástica, bioenergética, RPG, pilates, além de esportes como surf e mergulho.

Modalidades de Yoga: Descubra a sua prática ideal

Todas as modalidades, têm como base o Yoga Clássico, portanto, independente do tipo, o princípio é único: Proporcionar união, eutonia, harmonia, paz e felicidade nas pessoas.
É responsabilidade do professor, não desvincular a prática de yoga de sua riqueza filosófica, que pode ajudar qualquer pessoa a perceber a vida com mais profundidade. E isso pode ser feito sem dogmatismos, com leveza e naturalidade.

Alguns tipos de Yoga:

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Hatha-Yoga (Clássico) – Sem impacto e repetição, ou seja, sem danos ou desgaste da coluna, das articulações e músculos. Permitindo a qualquer pessoa em qualquer idade praticá-lo. Favorável para uma pessoa em reabilitação ou um atleta.

Sistema Integrado, onde o emocional, mental, etéreo e o físico são trabalhados em conjunto. Balanceamento constante da força, alongamento e chacras. Essa formulação resulta nos incomparáveis benefícios do yoga na área psíquica e física. Colaborando na melhora desde depressão, insônia, ansiedade, distúrbios de aprendizado, até fibromialgia, tendinite, enxaqueca e problemas de coluna.
Uma característica única do yoga é a permanência (imobilidade) durante a prática das posturas (ásanas) resultando em:

– Auto-observação, permitindo o acesso aos impedimentos, bloqueios, gerados em nossa existência, reconhecendo-os e favorecendo a sua possível dissolução.

– Autoconhecimento profundo e estabilidade, física, energética e psíquica.

– Ampliação do esforço físico, constituindo ao trabalho muscular um vigor intenso e consciente. Como resultado um desenvolvimento superior a qualquer condicionamento físico, anulando qualquer dano por esforço repetitivo.

Aerial – 
Como é: usam-se faixas de tecido presas no teto para realizar as posturas. Algumas ficam mais fáceis, mas outras, simples de realizar no solo, tornam-se mais desafiadoras.
Atrativo: o tom lúdico e a possibilidade de realizar posturas de cabeça para baixo sem comprimir pescoço e coluna.
Desafio: vencer o medo de ficar de cabeça para baixo, usar a força dos braços para sustentar o corpo e, principalmente, respirar enquanto realiza os movimentos.

Ashtanga Vinyasa
 – Como é: desenvolvido por Sri K. Pattabhi Jois, tem quatro séries de posturas. Repete-se a mesma sequência até a evolução para a série seguinte. As aulas começam com surya namaskar (saudação ao sol).
Atrativo: interessa a pessoas dinâmicas que gostam de atividade vigorosa, enquanto o controle respiratório provoca grande aquietamento mental.
Desafio: o controle da respiração, que guia o movimento.

Ashtanga Power
 – Como é: deriva do ashtanga vinyasa porque preserva a sintonia da respiração com o movimento de modo encadeado, mas não se compromete com uma sequência fixa de posturas. Similar a esse estilo é o vinyasa flow (cujo encadeamento lembra uma dança).
Atrativo: a intensidade melhora a forma física, removendo gorduras em excesso e combatendo a flacidez.
Desafio: conservar a atenção plena — aliás, desafio em qualquer estilo.

Bikram – 
Como é: difundido por Bikram Choudhury, é provavelmente o estilo mais recente ao chegar ao Brasil. São 26 posturas praticadas numa sequência definida, em sala aquecida entre 37°C e 43°C. É controverso, professores de linhas tradicionais o consideram um modismo.
Atrativo: o ambiente aquecido promove maior flexibilidade muscular. A promessa de perda de calorias aumenta o interesse.
Desafio: exige dos praticantes vigor, preparo físico e tolerância ao calor.

Satyananda – 
Como é: início com mantras seguidos de posturas e técnicas respiratórias, relaxamento e meditação.
Atrativo: especialmente pela prática de relaxamento profundo, o Yoga Nidra, que libera tensões mentais e emocionais.
Desafio: manter a regularidade da prática para desenvolver e ampliar seus benefícios.

Iyengar – 
Como é: estilo baseado nos ensinamentos de B. K. S. Iyengar. Usa acessórios como blocos, cintos, cobertores, almofadas, cadeiras e a própria parede. Leva em conta a técnica, o sequenciamento das posturas e o tempo de permanência.
Atrativo: experienciar o alinhamento mais correto do corpo, não importando o nível ou a condição do praticante. O estilo também tem cunho terapêutico. O uso dos acessórios possibilita que a intensidade das posturas seja gradual.
Desafio: manter juntas todas as ações de alinhamento, a fim de experimentar a postura correta, limpa e encontrar conforto nela.

Kundalini – 
Como é: o foco não é a realização de posturas, embora faça parte. Possui técnicas específicas de respiração (pranayamas), contrações corporais (bhandas), sequência de exercícios (kriyas), posturas (ásanas), posição das mãos, braços e dedos (mudras), entoação de sons (mantras) e meditação. Trabalha com os chakras, os centros energéticos do corpo.
Atrativo: aumento da vitalidade e da criatividade, e diminuição da ansiedade e do estresse.
Desafio: a parte meditativa. Embora algumas propostas de meditação sejam bem ativas, é o maior desafio para os ocidentais.

Yoga Restaurativo – 
Como é: elaborado por Judith Lasater, utiliza posturas de yoga ajustadas com acessórios (mantas, cobertores, almofadas, cintas) para dar sustentação ao corpo. A técnica promete o mínimo de esforço e o máximo de conforto.
Atrativo: proposta de aconchego, de carinho, de bem-estar.
Desafio: realmente desligar-se e permitir o mergulho interior.

E tem yoga sem posturas físicas?

Sim. E talvez as práticas de Bhakti Yoga sejam as mais presentes no imaginário dos leigos. Os outros três caminhos são Karma Yoga (caminho da ação desinteressada, doação), Jnana Yoga (caminho do conhecimento) e Raja Yoga (caminho do controle da mente, ao qual se associa o Hatha Yoga).

 

Bhakti – É o yoga da devoção, com cantos ou mantras (os chamados kirtans) e rituais (os pujas, por exemplo).
Em geral, o foco de devoção são as deidades da mitologia Hindu, como Shiva, Krishna, Saraswati, Durga, Rama, mas também pode ser feito com as religiões ocidentais, utilizando Jesus. Os participantes oferecem flores e banhos à deidade.
Quando feitos com instrumen

tos indianos e reunindo várias pessoas, os kirtans geram uma energia muito poderosa, levando à transcendência da mente.

Além dessas modalidades, existem ainda várias outras. Recomendo conhecer algumas delas e sentir qual melhor se adapta ao seu perfil.

Agende uma aula experimental comigo: sinta e saiba mais.

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