Uma das especiarias mais valorizadas no início do século XVI. Apreciado por suas propriedades medicinais pelos gregos, romanos e chineses, que mascavam cravos-da-índia para aliviar a dor de dente e refrescar o hálito.

O costume popular ainda é utilizar uma laranja com cravos-da-índia espetados como repelente de insetos aromático. Os perfumes com toque picante normalmente o contém, além de ser usado em licores e vinhos aquecidos e adoçados como especiarias.

Nome científico: Syzygium aromaticum ou Eugenia caryophyllata

Nome popular: Cravo,  cravos-da-índia, craveiro-da-índia, clove (inglês), Caryophyllus, Clou de girofle (francês), clavo (espanhol).

De aroma forte e penetrante, os cravos-da-índia utilizados na culinária são, na realidade os botões florais ainda não abertos.

Propriedades:

Analgésico, anestésico, antidontálgico, antisséptico, antiespasmódico, estimulante do apetite, afrodisíaco, carminativo, cáustico, cicatrizante, inseticida, facilitador do parto, estimulante, tônico para o útero e vermífugo.

Fortalece a memória, ajuda no combate à depressão, trata sensações de fraqueza e letargia. Alivia gases, é eficaz no combate ao vômito, diarréias, dispepsia e parasitas. Alivia náuseas e mau hálito decorrente de fermentação gástrica. Excelente bactericida e auxiliar nos tratamentos de asma e bronquite.

Suas propriedades afrodisíacas podem auxiliar nos tratamentos de disfunções sexuais como impotência e frigidez. O cravo é quente e pode atenuar as condições associadas ao frio.

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